on
Criado em 16 Junho, 2017

Avaliação do Usuário

PLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVE
Paste a VALID AdSense code in Ads Elite Plugin options before activating it.

 

Pintar ou tonalizar as madeixas para esconder os fios brancos é prática comum da mulher madura, e tudo indica que o loiro é o queridinho da vez

                Quem nunca foi se olhar no espelho e quase caiu pra trás ao se deparar com os fios brancos que parecem que brotam nas nossas cabeças enquanto dormimos – e parece que se espalham que nem incêndio numa floresta, né? Bom para algumas mulheres depois dos 40, não é incômodo ou constrangimento exibir os brancos, tanto é que há vários salões de beleza que têm se especializado em cortes e tratamentos para que você tenha seus cabelos brancos e nem de longe isso te envelheça esteticamente, mas a grande maioria de nós faz uso dos bons e velhos truques para dar uma disfarçada nos brancos e até mesmo experimentar novos cortes, tonalidades e possibilidades.

                Qual seria a melhor técnica para dar a disfarçada nos cabelos brancos e não destoar muito da idade e do tipo de corte que você costuma ter? Estatísticas apontam que 08 entre 10 mulheres na idade madura optam por clarear os fios e aproximá-los do loiro. Eu mesma sou adepta dos fios loiros e, apesar de naturalmente morena, o resultado do trabalho feito por meu hairstylist faz com que a tonalidade do cabelo fique em harmonia com a minha pele e o corte privilegie meu rosto e meus traços – e olha que eu gosto de ter cabelão, viu? Isso é muito importante na hora de escolher o tom de loiro a ser usado e a própria técnica a ser aplicada.

                As luzes servem como uma camuflagem aos brancos, contrastando de forma equilibrada com os fios brancos e naturais. Muitas mulheres que optam pela técnica acabam fazendo cortes curtos, o que minimiza o excesso de informação e propicia um look mais clean e arrojado.

                Há também aquelas mais ousadas, que fazem uso do look platinado nos fios, que serve como uma forma de assumir os brancos sem desviar o foco das novas tendências em hairstyle e estilo para a mulher madura. Fica show.

 

                O que mais imporá nisso tudo é a forma como você mais vai se sentir bem, seja assumindo os brancos e fazendo um corte bem legal, para privilegiá-los, ou clareando os fios e se rendendo ao loiro. Tentar manter o tom natural do fio, no caso dele ser escuro, acaba dando um trabalhão, pois não demora para os brancos reverberarem em meio à tinta, seja nascendo naturalmente ou quando os fios tonalizados vão perdendo a cor, retornando ao branco. Use a cabeça e faça a sua cabeça como você quiser, sempre se mostrando autêntica e empoderada da cabeça aos pés! 

on
Criado em 12 Junho, 2017

Avaliação do Usuário

PLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVE
Paste a VALID AdSense code in Ads Elite Plugin options before activating it.

 

A superfície das águas calmas do Porto da Barra me acolhe com amor quase todos os dias. No último final de semana, fui convidada para uma experiência em seu fantástico interior

                Quem acorda cedinho para uma caminhada em um dos mais bucólicos bairros da orla atlântica de Salvador, a Barra, ao passar pela região da praia do Porto da Barra, é comum ver essa jovem senhora dando as suas remadas matinais, isso porque o Porto da Barra é o meu lugar preferido para treino, e como meu dia começa muito cedo e já cheio de atividades, às 06 da manhã eu já coloco a minha prancha na água, aproveitando o horário em que a praia preferida dos turistas que visitam Salvador ainda está tranquila. Minha perspectiva do Porto da Barra era, até então, superficial, embora toda vez que pise em suas areias e minha pele é envolvida por suas águas, eu sinta uma conexão muito forte com a natureza, afinal, para toda filha de Yemanjá, a água é o nosso canal direto com a Criação. Mas eis que uma galera muito bacana de uma iniciativa chamada Submerso Sup Dive, ao notar a presença constante dessa quase-moradora das águas do Porto da Barra, me convidou para estreitar minhas relações com esse ambiente, através de um mergulho, que seria feito após um dos meus treinos. É lógico que eu topei na hora!

                Quem acompanha minhas postagens nos Instagram do Mulher Depois dos 40, pode notar que, pelas fotos que tiro no Porto da Barra, ela é uma praia aparentemente simples, o que não nos faz pensar que, também, que o seu interior não seja algo tão extraordinário como aqueles que vemos em programas de mergulho no Caribe, por exemplo. E a surpresa mora exatamente aí: para mina surpresa, o fundo do Porto da Barra me encantou mais do que qualquer outro mar que visitei em qualquer uma das minhas viagens por cidades litorâneas no mundo!

                Abaixo de sua superfície calma e serena, há um ecossistema vibrante, vivo, cheio de energia. Os corais são um espetáculo à parte, dando um banho de cores em meio a um oceano azul. A metáfora perfeita para explicar como somos também vibrantes e cheias de possibilidades por dentro, e por fora aparentamos a quietude da maturidade. Foi uma experiência belíssima, que me fez identificar ainda mais com águas que, para mim, já eram tão familiares.

 

                Eu não podia terminar esse relato apontando que, assim como quem, de manhã cedo, passa pelo porto da Barra e vê uma mulher depois dos 40 treinando sobre uma prancha, quem passa por lá ao entardecer encontra uma praia cheia de sujeira, lixo e maltratada pela falta de sensibilidade de parte dos seus usuários. Volta e meia, a praia do Porto da Barra, cujas águas têm um potencial de se regenerar da poluição, é apontada como imprópria para banho por conta da sujeira que deixam lá. Fica aqui o apelo para preservar o ecossistema rico e vivo que sob aquelas águas e pelo respeito à história daquele lugar: vamos todos cuidar desse bem maravilhoso. Moradores e visitantes devem estar atentos a hábitos que possam prejudicar o Porto da Barra. Poluição não combina com maturidade e nem com bem-estar. E sobre o mergulho, quem quiser experimentar, eu super indico. A galera do Submerso Sup Dive é muito competente, cria um clima alto astral e de confiança para você se sentir segura e encarnar uma verdadeira desbravadora. Experimente e depois me conta tudo como foi!

on
Criado em 07 Junho, 2017

Avaliação do Usuário

PLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVEPLG_VOTE_STAR_INACTIVE
Paste a VALID AdSense code in Ads Elite Plugin options before activating it.

 

Representação da força feminina e da igualdade de gênero era tudo o que precisávamos para inspirar a nova geração. E Mulher-Maravilha cumpre esse papel

                Se a Diana Prince, a Mulher-Maravilha, realmente existisse no mundo real, ela já teria passado pela idade madura e hoje ela seria uma senhora de 75 anos. Isso porque a personagem é uma das mais antigas dos quadrinhos da DC Comics, mas, diferente de seus “colegas” homens da Liga da Justiça, como Superman e Batman ou até personagens da editora rival, a Marvel, como o Capitão América, Homem de Ferro, Homem Formiga e etc., ela nunca teve uma adaptação para o cinema – por questões que nos parecem um pouco óbvias, não é, meninas? Mas eis que em 2017, quando a Warner Bros. e a DC Comics expandem o seu universo cinematográfico compartilhado, que chega o tão esperado filme da guerreira amazona. Mas e aí, será que o filme é bom e traz a representação que tanto esperávamos?

                O Mulher Depois dos 40 foi conferir a pré-estreia do filme, em Salvador, no dia 30/05 e, para a nossa felicidade, Mulher-Maravilha é tudo o que muitas mulheres da minha geração sonhavam, desde garotinhas, ver em tela: a representação de uma mulher forte, feminina, feminista, com ideais de igualdade e força pra caramba num shape pra lá de saudável e invejável. Tudo isso sem ser panfletário ou impor diretamente qualquer uma de nossas demandas na vida real, muito embora não as ignore. Este trabalho sutil, porém certeiro, da construção de uma personagem forte e em constante confronto e descoberta de si mesma no mundo dos homens se dá graças à direção da cineasta Patty Jenkins, que optou por um viés bem old school para contar a história de origem da maior heroína de todas.

                A história se passa em plena I Guerra Mundial, quando, após se acidentar na secreta e mágica ilha de Temiscira, o espião Steve Trevor (Chris Pine) tem contato com a cultura das amazonas e lá, conhece Diana (Gal Gadot), que, numa vigem com ele para o front de batalha nas trincheiras da grande guerra, vai se descobrir como a Mulher-Maravilha. O tom do filme é bem assertivo, com diversas tiradas irônicas que remetem às lutas das mulheres por igualdade e também à visão feminina do machismo. Tudo é feito com bastante sutileza e parte do ponto de vista de uma personagem que acabara de sair de um lugar onde a população é composta 100% por mulheres.

                As sequências de ação estão fantásticas e Jenkins abusa da câmera lenta para explorar a boa forma de Gadot e dar profundidade às lutas, com uma utilização moderada da tecnologia 3D. Apesar de ter vilões mal construídos, o caminho para o clímax é feito com um ritmo competente, com direito a uma inovação assertiva na batalha final entre a Mulher-Maravilha e Ares, o Deus da Guerra, mostrando a complexidade da alma feminina em construção e conflito, em um mundo devastado por desigualdades, inclusive as de gênero.

 

                Então, meninas, a dica de hoje é juntar a sua galera, levar suas filhas e amigas para o Cinema, pra conferir de perto este momento tão especial para mulheres que lutam diariamente por espaço no esporte, nas artes maciais e também por mais representatividade. Ano passado, a ONU determinou que a personagem Mulher-Maravilha era o ícone universal do empoderamento feminino, e após 75 anos de sua criação, o esperado filme chegou, para a nossa e para as mais recentes gerações. Vamos nos inspirar ficar, cada vez mais, maravilhosas.

on
Criado em 30 Maio, 2017

Avaliação do Usuário

PLG_VOTE_STAR_ACTIVEPLG_VOTE_STAR_ACTIVEPLG_VOTE_STAR_ACTIVEPLG_VOTE_STAR_ACTIVEPLG_VOTE_STAR_ACTIVE
Paste a VALID AdSense code in Ads Elite Plugin options before activating it.

 

O que seria um ponto de coragem em meio às águas da Baía de Todos os Santos? Por águas onde navegaram exploradores e hoje muitos atletas testam os seus limites, uma mulher na idade madura decidiu se aventurar não para medir os seus esforços, no intuito de saber até onde a sua garra, força e determinação poderiam levá-la, mas para superá-los e realizar uma viagem em busca de si mesma, em uma das provas mais desafiadoras da Travessia Yatch Club da Bahia.

 

Este pontinho de coragem, sozinho, sobre uma canoa em meio às águas da Baía de Todos os Santos, remando em direção à Costa do Dendê, a aproximadamente 60 km do sul de Salvador, de onde ele partiu, atende pelo nome de Edna Delmondes, de 58 anos. E, trocando em miúdos, ela realizou a faceta de remar sozinha, em uma canoa havaiana, de Salvador à ilha de Morro de São Paulo. O Mulher Depois dos 40 entrevistou essa guerreira, e você pode agora conferir o seu ponto de vista sobre a realização da prova e a discussão de temas como a prática de esportes na maturidade, machismo, alimentação, exercícios e preparação para uma vida que é uma verdadeira maratona.

 

MD40: QUANDO COMEÇOU A SE INTERESSAR POR ESPORTES?

E.D.: Desde os 25 anos. Nesta época, jogava tênis, montava cavalo, fazia off road e corria. Aos 50 anos, fui apresentada ao windsurf, daí em diante, o mar tem sido meu playground. Pela manhã, eu remo e à tarde eu velejo. Gostaria que o dia tivesse 48 horas para poder fazer todas as atividades que gosto.

 

MD40: COMO A PRÁTICA DE ESPORTES CONTRIBUI PARA QUE VOCÊ VIVA A IDADE MADURA COM MAIS CUALIDADE DE VIDA?

E.D.: O ambiente do esporte é, de maneira geral, agregador de pessoas com a mesma vibes. É um ambiente em que as pessoas mais maduras vêm ocupando mais espaços, onde não ha separação entre “jovens e velhos”.

Se tem algo que observo na prática do esporte, é o fato de que as pessoas não se preocupam com seu sobrenome, nem com o que você tem. Todos são iguais, destacando-se pelo desempenho nas raias e pelas atitudes.

Na prática do esporte, o corpo e a mente estão em constante trabalho. O condicionamento físico é tão essencial quanto o foco, a estratégia, e a capacidade de decisão imediata diante de uma nova situação. Estes são atributos essenciais para o sucesso na prática do esporte. Poucas são as atividades humanas em que se têm a conjunção harmônica entre “corpo e mente”.

Tudo isto sem que nos esqueçamos do fair play. É balela quem diz que o esporte educa. Quem faz o esporte somos nós e podemos fazer para o bem e para o mal. O espirito esportivo, incluindo aí os valores morais e éticos, é o que faz o “ bom esporte”.

 

MD40: O QUE TE MOTIVOU A REALIZAR A TRAVESSIA YATCH CLUB DA BAHIA?

E.D.: Particularmente, sou movida a desafios, a novas conquistas. Esta é a maior prova oceânica do mundo sem troca de atleta. Escolhi a OC1 para ir, canoa havaiana de um remador, por achar que era a mais desafiadora. Seria eu comigo mesma.

Durante os briefings que antecederam a prova, o quesito segurança deixou de ser uma preocupação pra mim. O YCB nos proveu de cuidados de forma que não tive medo.

Daí, a preocupação foi com o condicionamento físico e mental. O meu treinador, Clóvis Nunes, foi fundamental para a minha preparação física, e, sem que ele percebesse, para a mental também, quando me disse “você está pronta para ir”.

Em todo o percurso, em nenhum momento, pensei em desistir nem, tampouco, que seria difícil. Foram 62 KM, em 8 horas, sem parar, em que fui “jogando pra fora” e comemorando cada quilometro deixado pra trás. Nos últimos dez, fui fazendo contagem regressiva 10... 9... 8... 3...2... 1... Cheguei! E todas as lágrimas que tentavam saltar dos meus olhos durante o percurso, foram liberadas em um choro que, até agora, quando lembro, me emociono. Posso dizer que esta prova foi um marco em minha vida.


MD40: QUAL FOI A PARTE MAIS DIFÍCIL DA PROVA “TRAVESSIA YATCH CLUB BAHIA”?

E.D.: Na metade da prova, com 30 Km, senti o corpo mais cansado e o vento e a maré começaram a “jogar contra”. Foi o momento em que me apeguei ao condicionamento mental e ao controle psicológico, o que foi fundamental para a conclusão da prova.

 

MD40: COMO FOI A SUA PREPARAÇÃO PARA A PROVA?

E.D.: Alimentação e treinamento foram essenciais. Daniel Cady, meu nutricionista, me deu toda a dieta, inclusive para a semana que antecedeu a prova e para percurso. Segui tudo à risca! Durante o percurso, bebi água sem sentir sede e comi sem sentir fome. Tudo no tempo recomendado, o que me fez não sentir fadiga hora alguma.

No treinamento, segui a planilha do treino na água, conjuntamente com as atividades e musculação e yoga na academia, como também a corrida de rua. Esta me deu condicionamento aeróbico necessário para executar a prova.

De certa forma, a data da prova (14 de janeiro) foi um pouco ingrata, porque recebi minhas filhas, genros e neta para as férias de final do ano e, obviamente, neste período, meu tempo foi dedicado a eles. O que me obrigou a apenas dar uma corrida matinal durante a época. Ademais, o segredo foi não ficar parada e administrar o tempo a meu favor. Assim, deu tudo certo no final.

 

MD40: COMO É A SUA ALIMENTAÇÃO? VOCÊ MANTÉM UMA DIETA DE ATLETA OU APENAS SEGURA AS PONTAS PERTO DAS COMPETIÇÕES?

E.D.: Tenho alimentação específica no pré-treino e pós-treino. Utilizo pouquíssimos suplementos. Tomo Whey Protein quando faço um treinamento mais pesado e BCAA no treinamento mais leve.

 

 

MD40: QUAIS OS SEUS CUIDADOS DIÁRIOS COM A PELE, VISTO TAMANHA EXPOSIÇÃO AOS RAIOS SOLARES À QUAL VOCÊ FICA SUJEITA DURANTE PROVAS E TREINOS?

E.D.: Uso protetor solar todos os dias, independentemente de ir para a água ou não. Mantenho a pele limpa, à noite uso cremes recomendados para pessoas da minha idade. Neste quesito tenho muito cuidado com a hidratação da minha pele em geral e sempre procuro cuidar com zelo. O prazer de cuidar da pele é o mesmo de usar uma roupa bonita.

 

MD40: ALÉM DOS ESPORTES E EXERCÍCIOS, QUAIS SÃO OS SEUS HOBBIES?

E.D.: Curto tomar vinho e ler.

 

MD40: MUITAS DAS NOSSAS LEITORAS SE INSPIRAM COM CASOS DE MULHERES MADURAS PRATICANDO ESPORTES E ATÉ MESMO INVESTINDO EM UMA CARREIRA NA ÁREA, QUEBRANDO PARADIGMAS, MAS MUITAS VEZES HESITAM DE SEGUIR O EXEMPLO POR CONTA DA IDADE. SE VOCÊ FOSSE DAR UM CONSELHO A ESSAS MULHERES, QUAL SERIA?

E.D.: Sou uma atleta normal, mas o que me diferencia é minha idade. Você acha que eu iria perder esta oportunidade? (Risos) O fato de ocupar um lugar no pódio na classificação geral, ou mesmo só encarar uma prova já faz muita diferença.

“Se joguem” mulheres! Nossa experiência e maturidade é o que nos diferencia. Não deixem isto passar.

 

MD40: POR FIM, MANDE UMA MENSAGEM DE MOTIVAÇÃO ÀS NOSSAS LEITORAS, SOBRE COMO SUPERAR LIMITES DEPOIS DOS 40.

E.D.: O que é viver, senão se reinventar todos os dias? Vejam o sol, ele nasce e se põe todos os dias, mas nenhum dia é igual ao outro. O que nos move é nossa mente. É o que somos! Sinceramente? Não desejo voltar sequer um dia na minha vida. Sempre penso no dia de hoje, já planejando o amanhã. Eu não vejo limites, vejo desafios. E desafios despertam a nossa vontade de superá-los. Sugiro fazerem o mesmo. Um beijo para todas essas leitoras lindas do blog Mulher Depois dos 40! Qualquer coisa, estou à disposição para tirar dúvidas no meu Instagram (@ednadelmondes).

 

MD40: EM ALGUMA CIRCUNSTÂNCIA, VOCÊ JÁ SE DEPAROU COM MACHISMO NOS ESPORTES?

 

E.D.: Sim, no passado. Hoje, todos já me conhecem e tenho uma relação muito boa com os atletas do sexo masculino. Acho que o “machismo” já não ocupa mais tanto espaço no mundo esportivo. Isto tem muito a ver com a forma como as pessoas se colocam. E as mulheres atletas, já de saída, se colocam de uma forma positiva neste campo.