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Criado em 26 Abril, 2017

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Minhas primeiras experiências em competições profissionais de SUP e por que eu decidi me mergulhar nessa

                Há profissões e determinadas atividades que a gente sabe que deve começar de cedo. As mães costumam levar as filhas para a escola de ballet. Os meninos começam a frequentar a escolinha de futebol desde moleques. Quem sonha em ser modelo, aprende a andar de salto antes de chegar à adolescência. Com outros esportes, acontece a mesma coisa. Quando há a tradição de se profissionalizar, a pessoa deve começar cedo a praticar para poder projetar o seu corpo e a sua mente para a carreira e para as competições, ainda que esta não seja a sua profissão principal.

                Mas nem sempre podemos escolher desde cedo a nossa carreira e temos a oportunidade de praticar os nossos hobbies, não é? Ainda mais quando se trata da vida da mulher madura, que deve se desdobrar em mil para dar conta de demandas do trabalho, da família, da vida social e etc. Como desde jovem eu sempre fui muito workaholic e estudava ao mesmo tempo, pouco tempo me sobrava para praticar exercícios e esportes. Mas aí, com a idade madura e minha vontade de cuidar de mim e de praticar exercícios, apareceu o SUP.

                Quem me acompanha aqui no blog e no Instagram, sabe que eu sou uma filha das Águas e o SUP é o meu esporte favorito. O que era um hobbie e uma atividade física, transformou-se em uma paixão. E como tudo que a gente ama, a gente faz bem feito e com dedicação, meu rendimento chamou a atenção de colegas que me estimularam a participar de competições em categorias amadoras, o que eu topei, até mesmo para me conhecer melhor em contextos competitivos, melhorar mina performance no esporte me dedicar mais. O resultado você pode conferir aqui.

 

                E então, eis que, aos 50, eu comecei a participar das competições profissionais de SUP. Participar de competições amadoras estava bom? Estava, mas os 50 me despertaram para o entendimento de que há muito para se conquistar e o fechamento de um ciclo – meio século, inclusive – não significa o seu encerramento. Algumas mulheres costumam dizer que vão fazer determinadas coisas até certa idade, pois depois não vai caber mais ou porque chegou a hora de guardar energia, fazer coisas mais lights, e não aproveitam o melhor da idade madura, porque acabam se entregando a um estilo de vida que transforma essa fase da vida em período com doenças causadas por sedentarismo, baixa autoestima e etc. Não nego que a primeira experiência profissional me deu o mesmo frio na barriga que tive ao subir na prancha pela 1ª vez, mas são sensações como essa que fazem a gente se sentir viva, feliz e producente. E sentir isso na idade madura e, de quebra, levar o 2º lugar, não tem preço! Por mais dias e experiências que nos façam sentir esse frio na barriga e a alegria de alcançar os objetivos. Vamos que vamos, meninas!

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Criado em 13 Abril, 2017

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Fórmulas específicas têm me proporcionado ganhos na performance corporal e ajudado a suprir rotina agitada

                Viver a idade madura com a mesma produtividade de quando jovem parece uma tarefa impossível, haja vista a queda de hormônios, a maior demanda do organismo em gastar energia e a mudança brusca em nossa performance corporal. Se não tomarmos cuidados diários em suprir as necessidades energéticas do organismo, corre o risco de nossa imunidade baixar junto com a energia em excesso que gastamos e sequer conseguiremos dar conta de uma rotina simples, quanto mais do dia-a-dia de uma mulher madura multitarefa e inquieta como eu.

                Pensando exatamente em suprir essas minhas necessidades e na manutenção da minha qualidade de vida que o meu nutricionista esportivo ortomolecular, o Rafael Félix, me indicou uma série de fórmulas com vitaminas e aminoácidos que pudessem melhorar o meu ganho energético e equilibrar meus gastos, também me fornecer o equilíbrio necessário para a execução de tarefas que demandam energia e controle físico e mental, como os treinos diários de musculação, de stand up paddle e também as competições – agora profissionais – das quais participo.

                Como selos de farmácia de manipulação há vários por aí e nós precisamos sempre de boas referências, optei por encomendá-las em uma empresa que já tem tradição no mercado baiano, a FarmaFórmula, que tem como diretora a farmacêutica Luzimara Isabelita de Oliveira, nome reconhecido no mercado regional de manipulação. Lá, recebi o que chamam de consulta farmacêutica, um novo tipo de atendimento ao cliente que farmácias estão fornecendo, para tirar dúvidas a respeito dos medicamentos, tratar de singularidades a respeito da minha rotina, necessidades e objetivos, bem como saber novidades sobre tratamentos alternativos e até da própria tecnologia empregada na manipulação dos medicamentos.

Nesta consulta, fiquei sabendo que as minhas fórmulas seriam majoritariamente compostas por minerais, aminoácidos e polivitamínicos que visariam o reequilíbrio vitamínico e metabólico do meu corpo, o que otimizaria os meus ganhos energéticos. São fórmulas que visam, essencialmente, o equilíbrio do corpo humano. Estou fazendo uso dos medicamentos há três meses e a minha disposição e imunidade melhorou consideravelmente, bem como a minha performance nas competições, apesar de ter mudado de categoria amadora para profissional. Você se sente pronta e apta para os desafios diários, o corpo responde bem aos estímulos dos treinos e, o principal, o foco para resolver as demandas do trabalho e da família melhorou significativamente. Dá até vontade de inventar mais coisa pra fazer, mas tenho me controlado.

Então, meninas, creio que uma conversa com seu nutricionista sobre o tratamento com fórmulas de aminoácidos, minerais e polivitamínicos é uma boa dica para melhorar o seu equilíbrio corporal e dar aquele upgrade na performance corporal e energética. A FarmaFórmula tem me ajudado a superar desafios diariamente e a alcançar de maneira eficiente, rápida e saudável, os objetivos que outrora eu pensava estar bem distantes. Mas não se esqueça: antes de iniciar qualquer tratamento ou suplementação, converse com o profissional adequado!

 

Até a próxima...

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Criado em 07 Abril, 2017

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Chamei a minha galera pra uma celebração cheia de afeto e com as melhores energias para iniciar os 50, rodeada de tudo que faz bem

                É sexta-feira. Dois dias após o 29 de março que me presenteou com mais uma primavera. Minha ficha ainda não havia caído e a única coisa em que eu pensava quando acordei era no clima. No dia anterior havia chovido muito em Salvador e a previsão era de mais chuva. Meu contentamento ao abrir a janela e me deparar com um clima agradável e um tímido sol nascente foi indescritível. O início do dia já estava me mostrando que as energias estavam confluindo para que tudo desse certo, afinal, era dia de festa.

 

                Decidi comemorar meu aniversário a apenas duas semanas da data, o que me demandou uma trabalheira que você nem pode imaginar! Eu nunca tive muita dificuldade de reunir pessoas e organizar eventos. O trabalho nas campanhas políticas e projetos sociais me deixaram praticamente uma p.h.D. no assunto, mas a responsabilidade aqui era ainda maior, afinal, era a festa dos 50 anos! Além de ser criativa com o conceito da festa, tinha de ser um momento em que eu e meus convidados pudéssemos nos encontrar em meio à história da minha vida e da nossa convivência.

 

                O conceito que escolhi foi o de White Party. Pedi aos convidados que vestissem branco, simbolizando a leveza e a naturalidade, inerentes à idade madura. O local  foi o Yatch Club Bahia, que significa muito para mim, pois é um lugar onde encontro sempre amigos, tenho as melhores conversas, articulo os melhores projetos e, claro, fica à beira da minha segunda casa: o mar.

                A trilha sonora relembrou músicas da minha infância, adolescência e juventude, com canções que marcaram época, na voz de artistas memoráveis como Patti LaBelle, Gloria Gaynor, Aretha Franklin,  ABBA, BeeGees, Michael Jackson, Tim Maia, Elis... Na pista, brinquei e dancei com amigos, familiares e me senti uma verdadeira dancing queen, me permitindo, através das músicas, reencontrar momentos e relembrar passagens da minha vida que por elas foram embaladas.

                Entre os convidados, amigos queridos, personalidades com as quais mantenho uma relação de admiração, como meu querido amigo e prefeito Antônio Carlos Magalhães Neto, e, claro, os meus melhores: a minha família. E foi com ela que me emocionei no que considero o ponto alto da festa: eles, no lugar onde eu sempre os quero, ao meu lado, cantando parabéns e dizendo lindas palavras, para fazer daquele momento algo ainda mais especial e feliz para mim.

 

                Apesar de ter sido uma ideia repentina e de ter dado muito trabalho, valeu a pena. A vida é algo que devemos celebrar diariamente, através do cuidado que devemos ter em preservar a nossa saúde, zelar pelo bem-estar do nosso corpo e por nossa autoestima, mas também é digna de festa. E esta, valeu por 50! Obrigado por estar presente aqui também, curtindo esse momento comigo, através do registro maravilhoso, feito pela minha querida fotógrafa e amiga Ana Oliveira. Um brinde à vida!

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Criado em 30 Março, 2017

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  Viver é um breve sonho no tempo, e, nos seus entremeios, damos de cara com datas que significam muito para a nossa vida. Cada aniversário é um sopro de esperança e fôlego para seguir em frente, entretanto, existem aniversários que costumam ser mais emblemáticos que os outros, como de 15 anos, de 40 anos e... O de 50 anos. A iminência dos 50 me fez refletir sobre diversas questões da minha vida e minha trajetória, como também temas sensíveis a mim enquanto mulher madura. Eu me senti seguindo por um caminho que findaria, ironicamente, no meio. E é isso que os 50 significam: o meio. A meia-idade. O meio século. A metade da completude, dos 100%. Chegar aos 50, para mim, é chegar ao meio.

Carreguei pelo caminho uma bagagem cheia de sonhos que nutri desde menina, e a própria estrada me fez moldá-los, amadurecê-los e até mesmo descartar alguns deles em troca de experiências que me tornaram a mulher que hoje sou. Realizada, mãe de dois filhos maravilhosos e casada com o melhor companheiro com quem tenho a sorte de compartilhar o meu amor, cheguei aqui, no meio, porque eles estavam tomando conta de mim durante toda a caminhada, me ajudando a remover cada pedra no caminho, me dando impulso para pular todos os obstáculos que apareciam. E é ao lado deles, da minha família, que quero dar os meus próximos passos. Devo dizer que o maior presente que recebo nesta data é chegar até aqui ao lado da minha mãe. A minha melhor amiga continua firme e forte, me aconselhando, me dando colo e recebendo toda a retribuição que posso dar por tanto amor, carinho e cumplicidade. É a ela, minha alma gêmea, a quem dedico cada celebração e conquista.

Torno-me mulher de meia-idade sem pender nem para um lado, nem para o outro. Olho pra frente. Na bagagem que trago, a mesma vontade de mudar o mundo, fazer a diferença e contribuir com o que eu puder, na medida do possível, para que próximas gerações possam viver num lugar melhor e para que outras mulheres possam ter mais possibilidades de amadurecimento e envelhecimento com saúde, autoestima e bem-estar. Agradeço aos meus colaboradores do Spa Urbano e minha equipe do Mulher Depois dos 40 por estarem juntos e confiantes comigo, nessa empreitada do bem.

                Então, escrevo este texto para agradecer desde já o carinho que recebo dos meus amigos, familiares e entes queridos pela minha chegada ao meio. Recebo de coração aberto os 50, que, de acordo com o escritor francês Victor Hugo, é “a juventude dos velhos”. Eu abraço essa juventude, com toda a disposição e energia que ainda tenho, afinal, apesar dos 50 virem acompanhados de adjetivos como “coroa enxuta”, “gatosa” (gata + idosa) e “cinquentona”, estou ainda cheia vontade, motivação e boa forma para os próximos desafios, agradecendo sempre a Deus por este dom maravilhoso que é a vida, estando no meio, em trânsito, a caminho, mas permitindo-se ser completa e grata por tudo.

A propósito, muito obrigada!

 

Iris Azi

 

MULHER DEPOIS DOS 40